Se há algo que não entendo é o que pode um anormal qualquer tirar de proveitoso em mandar para os ares meia dúzia de inocentes. Quer dizer, as pessoas mais simples, que se deram ao trabalho de sair de casa para espreitar a maratona, é que são vítimas de um atentado de cariz terrorista?
Ó terroristas, pá? Que satisfação têm vocês nisso? Se acham que têm algum problema com alguém, vão atrás dessa pessoa! Ora, é de muito "macho" explodir um pai com uma criança às cavalitas, um velho que foi espreitar a corrida da neta... Por favor! Esses é que são perigosos?
Tenham vergonha na cara. Se querem andar em guerra, ao menos que os alvos sejam quem sabe guerrilhar. É este tipo de pobreza mental que não entendo e que lamento muito que exista no mundo.

2 comentários:
É exactamente o que eu penso.
No dia em que um palhaço desses decidir explodir com a cambada dos políticos, que são tão terroristas como os talibãs, eu sou capaz de sair como "rainha" do Carnaval de Loulé ou de Ovar. Agora o que ainda não percebi é que benefício há, para os terroristas e para o mundo, em matar pessoas que são tão vítimas quanto eles...
Pelos vistos Almocreve, parece que o acto foi cometido por dois rapazes... Dois que já deviam ter mais juízo para andar por aí a "brincar" às bombinhas de fogo... Que triste é, esta mentalidade de fraco!
E os pais deles acusam a polícia de ter agido de má fé. Os "anjinhos" não andaram a fazer bombas domésticas em panelas e pressão e não as colocaram perto do menino e da irmã e da mãe? Não mataram depois um polícia? Ora, ora... Um pai decente teria de assumir o carater do filho. Aquilo nem é dor a falar, é outra coisa bem mais preocupante.
Até mesmo colocando a hipótese de terem sido alvos de uma lavagem cerebral não deixaram de ter cometido o acto e de fugir de seguida. Não acredito que sejam vítimas, porque tudo foi demasiado amador e ridículo.
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