Mais uma "bela" notícia vinda daquele país «maravilhoso» que é a Índia...
Jovem RAPARIGA de 16 anos aparece MORTA após defender o pai implorando aos anciãos que não o espancassem devido a uma dívida. A jovem foi «convocada» ao concelho e «condenada» a lamber cuspe do chão. Agora está MORTA. Talvez tenha sido estuprada.
Acho que este "talvez" é decorativo. Na Índia os estupros "não acontecem", elas, as fêmeas, merecem, provocam, logo, nunca existe violação, um homem nunca comete um crime, porque a culpa é sempre delas.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
sábado, 23 de agosto de 2014
os gelados deste Verão
O calor não é intenso o suficiente este ano para nos conduzir ao frenesim habitual de consumo de gelados. Mas cedo tive oportunidade de conhecer novos sabores. E são eles:
O Magnum Silver, edição especial que celebra os 25 anos da marca, não aquece nem arrefece. Nota positiva para a cor prateada e para o gosto do chocolate. O recheio, como quase todos os gelados da marca, tenta-se convencer o cérebro que agrada mas no final é uma decepção para o paladar e um enjoo para o estômago.
No segmento de gelados para consumo familiar e caseiro, mas na versão individual, aqui está uma agradável surpresa. A começar pelo sabor escolhido: Côco. A primeira sensação é agradável, o chocolate com pedaços saborosos trinca-se com gosto. E quando muito fresco é mesmo delicioso. A marca é a Gelatelli, vende-se nas lojas Lidl. Mas se ficou interessado em experimentar, apresse-se. Encontra sempre umas poucas embalagens mas são sempre as que existem em menor número.
E assim foi o meu Verão, no que respeita a novos sabores de gelados.
1º
O Magnum Silver, edição especial que celebra os 25 anos da marca, não aquece nem arrefece. Nota positiva para a cor prateada e para o gosto do chocolate. O recheio, como quase todos os gelados da marca, tenta-se convencer o cérebro que agrada mas no final é uma decepção para o paladar e um enjoo para o estômago.
2º
Continuando na marca "olá" mas no segmento dos gelados familiares em embalagem de litro. Que decepção! Tanto o sabor de caramelo quanto o de Straticiatela são decepcionantes. Mas outra coisa não me surpreenderia. O único sabor mais prazeroso reside nos cubos de caramelo. O gelado em si, cai melhor no caixote do lixo. As embalagens, contudo, são apelativas. Mas o que é muito apelativo por fora nem sempre apaixona por dentro e nesse sentido julgo que a marca se supera.
3º
No segmento de gelados para consumo familiar e caseiro, mas na versão individual, aqui está uma agradável surpresa. A começar pelo sabor escolhido: Côco. A primeira sensação é agradável, o chocolate com pedaços saborosos trinca-se com gosto. E quando muito fresco é mesmo delicioso. A marca é a Gelatelli, vende-se nas lojas Lidl. Mas se ficou interessado em experimentar, apresse-se. Encontra sempre umas poucas embalagens mas são sempre as que existem em menor número.
E assim foi o meu Verão, no que respeita a novos sabores de gelados.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Who owns this selfie?!?
"Monkey sees, monkey do" :D
Esta notícia divertiu-me imenso, ao mesmo tempo é séria porque levanta uma questão relevante. Um fotógrafo ganha a vida a "vender" imagens. Ele tira milhares de fotos para ver se uma traz o jackpot. O fotógrafo desta notícia viajou até um local remoto para fotografar macacos. Para seu espanto um grupo deles ficou muito curioso com o equipamento, agarrou na máquina e começou a fotografar-se a si mesmo. Ou seja: andou a praticar as agora denominadas SELFIES.
Vai que o fotógrafo disponibiliza as fotos junto com a história (decerto não é a primeira vez que um animal tira a sua própria foto, simplesmente esta é a primeira vez que tal acontece depois do termo «selfie» ter sido inventado). Então um conhecido site que faculta imagens disponibilizou-as com "royal free" (de graça) porque no seu entender o DONO da foto é o próprio macaco. Foi ele que tirou a foto...
| Autoretrato ou «selfie» |
LOL!
O fotógrafo insurgiu-se, explicando que tira milhares de fotos e gasta fortunas em busca de uma foto que lhe renda dinheiro. E que naquela viagem a "foto" era aquela.
O que acham? Deve o fotógrafo receber uma percentagem (royalties) por cada pessoa que compre a sua foto ou a use para divulgação? Ou o dinheiro é do macaco?
sábado, 19 de julho de 2014
A queda do Boeing 777 da Malásia Airlines e as guerras
Foi no jornal que li mais detalhes sobre a tragédia da queda de um avião comercial abatido a míssil na Ucrânia. O que me choca neste tipo de acontecimento é a insensibilidade com que cada vez todos nós encaramos as mui tragédias que se desenrolam pelo mundo a fora.
Lamento que a Ucrânia e a Rússia estejam em Guerra. Lamento que a Israel tenha iniciado uma invasão a Palestina ou vice-versa e todo este duradouro desentendimento na faixa de Gaza. Lamento pelas pessoas que simplesmente nasceram por lá e que podiam viver em paz mas vivem numa paz podre, em que nunca se sabe de onde e porquê pode surgir um tiro, um míssil, uma bomba ou um morteiro. Lamento pela falta de integridade daqueles que querem matar, capazes de meter no meio um avião cheio de inocentes só para captar as atenções internacionais e ver se conseguem responsabilizar o inimigo pelo acto vil.
Desprezo mais ainda aqueles que, chegando ao local dos destroços, armados com automáticas (terão sido os próprios a abater o avião e a correr ávidos e mórbidos para ver o resultado?) ainda se fotografaram no local "passeando" em cima dos destroços e colocaram as fotos no facebook.
Que sociedade é esta em que se brinca a derrubar aviões com pessoas de carne e osso como se fossem um alvo de brinquedo num jogo inconsequente? Que tipo de homem se passeia entre cadáveres e restos metálicos de um avião e tira fotos para se vangloriar e mostrar aos amigos e ao mundo que esteve no local do momento?
Hoje irei fazer muitas preces.
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segunda-feira, 7 de julho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
A índia e a realidade
NUNCA quis conhecer a Índia.
Nunca, nunca, nunquinha, em todos os anos em que muitos se sentiam fascinados por histórias de encantar e de ficção, misticismo e afins. Porquê a Índia não me atrai não sei especificar com precisão mas de um modo geral qualquer região do planeta onde a pobreza é extrema e encarada por alguns como repulsiva, ao mesmo tempo natural e necessária, sendo imposta por noções de superioridade de classes sem qualquer intenção de se melhorar as condições de vida de TODOS os habitantes, não me atrai.
Nunca me atraiu por saber que ia entristecer e ficar com o coração apertado constantemente, por ver crianças e idosos em roupas esfarrapadas a pedir todos os dias o que comer. Ia ver prostituição infantil, agressões, humilhações, crimes contra os direitos mais básicos da humanidade. Não queria saber de vacas sagradas, de souvenirs de cânfora ou elefantezinhos esculpidos em pedra, nem sandálias ou túnicas. Rios sujos com cadáveres, bosta de vaca, ratazanas e caganitas por todo o lado. Era mais isso que pintava o meu imaginário sobre o país. E sempre, de alguma forma, soube disto:
Não. A Índia não é nem de longe um país que me atraia. Finalmente o resto do mundo começa a enxergar com os seus olhos aquilo que os meus sentidos sempre indicaram. É triste, é desolador, que seja recorrente casos e casos de violações colectivas de jovens meninas, seguidas de assassinatos e IMPUNIDADE.
Turismo na índia? É loucura! É insanidade, é ser conivente com os crimes humanitários praticados neste país.
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sexta-feira, 30 de maio de 2014
Já não se fazem noticiários televisivos em PORTUGAL
Há coisas que não compreendo mesmo. Uma delas são os noticiários televisivos.
Fiquei um quarto de hora a ver parte de um e nesse tempo todo não passaram mais do que três notícias. Uma era sobre um evento - a feira do livro. Mas é preciso perder quantos minutos para anunciar aquilo que não devia passar, no máximo, de um apontamento, uma nota de rodapé? A Feira do Livro já parece um fait-divers, uma notícia de entretenimento. Depois passou para a seleção ou o que foi. E dali não saiu! E eu passei os minutos que tinha para dispensar ao noticiário sem saber porra nenhuma de interesse. Nada. Nicles. As notícias morreram. Tudo é entretenimento e coisas que não merecem estar a ser referidas num espaço que tinha obrigação de INFORMAR sobre temas que precisamos saber, que desconhecemos, que nos fazem falta, que nos podem auxiliar, que podem esclarecer. A 84ª edição de um feira de livro é importante onde? Feiras do livro existem às dezenas todos os anos! Parem de tornar UMA um evento mediático, sff. Desporto existem às dezenas - parem de falar sempre do mesmo dando tanto tempo de antena. Me dêm notícias. Me esclareçam. Me mostrem e me façam conhecer coisas como esta:
Fiquei um quarto de hora a ver parte de um e nesse tempo todo não passaram mais do que três notícias. Uma era sobre um evento - a feira do livro. Mas é preciso perder quantos minutos para anunciar aquilo que não devia passar, no máximo, de um apontamento, uma nota de rodapé? A Feira do Livro já parece um fait-divers, uma notícia de entretenimento. Depois passou para a seleção ou o que foi. E dali não saiu! E eu passei os minutos que tinha para dispensar ao noticiário sem saber porra nenhuma de interesse. Nada. Nicles. As notícias morreram. Tudo é entretenimento e coisas que não merecem estar a ser referidas num espaço que tinha obrigação de INFORMAR sobre temas que precisamos saber, que desconhecemos, que nos fazem falta, que nos podem auxiliar, que podem esclarecer. A 84ª edição de um feira de livro é importante onde? Feiras do livro existem às dezenas todos os anos! Parem de tornar UMA um evento mediático, sff. Desporto existem às dezenas - parem de falar sempre do mesmo dando tanto tempo de antena. Me dêm notícias. Me esclareçam. Me mostrem e me façam conhecer coisas como esta:
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