A primeira pergunta que faço a quem está a começar a ler esta linha é... tem Facebook?
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Eu tenho. Fui lá parar por acaso. Recebia muitos convites na caixa de correio mas, mesmo assim, essa rede social não me atraia. Uma vez, lá experimentei. Mas não tive paciência para o explorar e coloquei a aplicação de lado. Nunca mais lá fui.
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Foi então que, muito tempo depois, conheci o Farmville. Um jogo dentro do facebook, no qual todos os meus familiares pareciam fixados. Só os via agarrados ao computador, em círculo, a explicar ums aos outros como aquilo funcionava. Olhei de relance para aquilo, tentando perceber o fascínio que presenciava existir. Mas achei o jogo tão básico como os jogos que jogava quando criança no Spectrum. Achei que não ia ter paciência para carregar quadradinho em quadradinho, para lavrar a terra, depois semear...
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Mas enganei-me! Bastou que pedissem para ajudar a cuidar de uma quinta durante um período de ausência e comecei a ver que a Farmville era deliciosamente desafiante: metas para alcançar, presentes que se podiam enviar e receber todos os dias, tarefas partilhadas com outros jogadores, colecções, fim-de-semana especiais, visita a outras quintas... aquilo desafiava.
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Como a pessoa que me pediu para ajudar não entendia as surpresas do jogo, comecei a explicar o objectivo das tarefas. E foi aí que dei conta que já estava a jogar. Se sou utilizadora do Facebook para outra coisa? - Não, não sou.
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Comecei então a jogar a partir da conta que já tinha aberto. Para minha surpresa, ainda estava activa, a pesar de nunca a ter utilizado! Mas não queria que os amigos que tinha por o Facebook utilizar a conta de utilizador para obter contatos soubessem que estava ali a jogar. Decidi então encerrar esta conta e abrir outra.
Quanto a abrir outra conta, tudo bem. Não houve problema e comecei logo a jogar Farmville. Mas quando tentei encerrar a primeira... nada feito! Bem que tentei. Fiz todo o processo, passo por passo. Mas deu sempre para reactivar, sem quaisquer esforço. QUIS ACABAR COM UMA CONTA DO FACEBOOK e o FACEBOOK NÃO DEIXOU!
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A conta que abri em segundo corria bem. Nela tinha os contactos das pessoas que também jogavam o jogo, e ninguém mais. Porém, há coisa de um mês sensivelmente, quando quis aceder à conta, o Facebook pediu um Ѻ de telemóvel para a activar.
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Não quis facultar. Peçam o que quiserem mas, não me peçam um contacto telefónico, porque não gosto de facultar esse dado tão pessoal. Não gosto de correr o risco de vir a receber mensagens indesejadas, a um ritmo constante, até ficar com a caixa de mensagens a abarrotar de coisas inúteis, que dão uma trabalheira a apagar!
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O Facebook foi persistente. Queria "à força" o meu contacto de telemóvel! Foi até... assédio. Ou dava, ou dava... não tinha outra opção.
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Não quis dar. Não dou, não dou, não dou! Para quê a insistência? Para quê estava o Facebook a forçar? Mas o Facebook forçou. Como não recebeu, cortou a conta!
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Achei irónico. Eu, com uma conta de Facebook que quero apagar e o Facebook sem o permitir, abri outra para poder jogar, que o facebook apagou sem avisar!
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Esta situação só reforça a opinião que tenho sobre os perigos destas tecnologias. Mesmo agora, tenho a certeza que não estou num "espaço" seguro. Escrevo num blogue que não me dá garantias de nada e me deixa com dúvidas quanto à garantia de privacidade de tudo.
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Mas o Facebook a EXIGIR um número de telemóvel para, ao que parece, "racionar" o número de utilizadores quando quis apagar uma conta e o facebook não a deixou desaparecer realmente é, ridículo. Aliás, durante o jogo Farmville, são muitas as tentativas de obterem os nossos dados pessoais. Colocam posts a fingir que se trata de um brinde, o utilizador carrega e sempre vai parar à parte em que tem de facultar o número de telemóvel. Estão sempre a arranjar estratagemas para obter o número pessoal do utilizador!
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Antes de tentar eliminar a primeira conta, tinha lido numa revista a coluna de uma jornalista a confessar que não gostava do Facebook e que tentou eliminar uma conta sem sucesso. Não pensei que fosse acontecer comigo. Nem tão pouco pensei que ia ver eliminada uma conta que não queria que fosse eliminada.
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Continuo a gostar de jogar Farmville. Gosto dos desfios renovados, das novas metas... das coisas bonitas que posso possuir virtualmente. Quem não ia gostar de ser proprietário de uma mansão, de um jardim com belas árvores, ou de um lago?
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Bem, considero que existem duas categorias de jogadores Farmville. A primeira é composta de jogadores que têm como único propósito avançar de nível o mais rapidamente possível e ultrapassar todos os vizinhos. Assim que o conseguem, perdem o entusiasmo pelo jogo. Passam para o jogo da "moda" seguinte e até recriminam de forma desdenhosa quem se mantém fiel ao jogo inicial. São ex-jogadores de Farmville de longa data que chegam ao último nível, mas que não têm as quintas decoradas com belos edifícios ou estruturas. Apenas exibem o essencial para avançar rapidamente de nível. Para este tipo de jogadores, o que interessa é estar na frente.
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Depois existem os jogadores que o que gostam é dos desafios. Categoria onde me insiro. O prazer do jogo é o todo e a meta é trabalhar na terra para conseguir dinheiro suficiente para comprar uma bela mansão ou outro intém qualquer de grande interesse. Estar à frente não é prioritário, até porque o jogo é comunitário e interagir com os outros é um dos fascínios.
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Agora, perante o encerramento da conta contra a minha vontade... não sei. O que me vale é que, por esta altura, já cuido da quinta de outras pessoas. Sempre tenho essas para me distrair.
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Uma vez preenchi uma ficha com os meus dados pessoais com a finalidade de frequentar um curso. Comecei a receber mensagens na caixa de email a dar conta de promoções de um supermercado. A mesma informação chegava também por SMS para o telemóvel e até à caixa de correio, em casa! Noutra ocasião, percebi que este tipo de mensagens apareceram depois de preencher uma ficha de candidatura para um emprego... eram as promoções sobre os serviços de vendas da empresa!
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Se fazem isso nestas circunstâncias, o que faz o Facebook como meu número de telemóvel? Nem quero saber! O direito de o manter privado é meu, Não o dou, não dou e não dou!
sexta-feira, 1 de abril de 2011
domingo, 21 de novembro de 2010
Acreditas no bom samaritano?
Há uns dias perdi a carteira. Tinha lá dentro uma boa soma de dinheiro, um cartão do Metro recarregável, muitos, muitos recibos e um cartão empresarial, com os dados e o número de telefone do local de trabalho. Achei que, com isso, um BOM SAMARITANO saberia telefonar para aqueles números e denunciar que a tinha encontrado.
Acham que aconteceu? Não, não aconteceu. Seria demasiado inocente se acreditasse que isso ia mesmo acontecer mas, confesso que durante 48 horas acalentei essa esperança. Sabem porquê? Porque queria acreditar no lado Bom das pessoas. Talvez porque me guio um pouco pelos meus princípios. Ainda por cima com o Natal à porta.... Embarquei demasiado cedo nos contos Natalícios e quis que fosse uma pessoa honesta e não um gatuno a encontrar a carteira.
O que mais me aborreceu foi perder a oportunidade de comprar o presente de aniversário para o qual o dinheiro se destinava. Logo a mim, cujo conteúdo da carteira costuma ser um marasmo...
Você devolvaria a carteira?
Quanto mais tempo passa, melhor compreendo a tentação... mas os princípios falam sempre mais alto. Não acham?
Quanto mais tempo passa, melhor compreendo a tentação... mas os princípios falam sempre mais alto. Não acham?
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sábado, 20 de novembro de 2010
Obama dá o exemplo (de como poupar em crise)
A visita do chefe de Estado Americano ontem a Portugal foi anunciada na imprensa Portuguesa com direito à menção da troca de lembranças da praxe. Diziam os media mais ou menos o seguinte:
«Quando se instalou na Casa Branca, o presidente norte-americano ofereceu às filhas Malia e Sasha um cão de água português, o "Bo". O Presidente da República Cavaco Silva vai oferecer ao chefe de Estado norte-americano uma escultura em bronze representando o cão de água português, da autoria do escultor Luís Valadares». E como se não chegasse, Obama recebe ainda "um decantador em cristal desenhado por Siza Vieira". Mas não acabou! Tal como no popular concurso 1,2,3, surge a clássica frase: "E aiiinda...", cálices oficiais de Vinho do Porto igualmente concebidos por Siza Vieira, juntamente com uma garrafa de Porto Vintage "Quinta do Noval" de 2008, ano em que Obama foi eleito. Não é que não aprecie a generosidade portuguesa mas, em tempo de crise...
E em troca? O que traz o presidente Norte-Americano para os portugueses?
«uma cópia do primeiro tratado firmado entre Portugal e os EUA, em 1840»!.
Barack dá o exemplo de como poupar numa crise. Um pedaço de papel sem valor algum, a custo zero. Será que não ficámos nós com uma cópia também? Bem, teremos duas...
Não me levem a mal, gosto de presentes singelos e significativos, mas isto do 1,2,3 em tempo de crise versus uma fotocópia... ao menos utilizassem a palavra "Réplica", teria uma conotação menos vulgar.
Quando esse infâme presente chegar ao museu da República (assim espero) vou lá espreitar. Aliás, recomendo a visita para ficar a conhecer as "trocas" de lembranças entre entidades diplomáticas ao longo dos anos. Existem coisas muito belas e carregadas de simbolismo. Qual o papel do papel-cópia de Obama?... veremos!
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Made in China
A camisa que tenho vestida estava a causar-me comichão. Mexi-lhe e verifiquei que era a etiqueta a roçar na pele. "Made in China" - dizia. Onde é que hoje já tinha lido essa mesma frase? Há! Na etiqueta do casaco de lã, quando o compunha e carregava no braço.
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"Made in China" surge, assim, frente da vista duas vezes num único dia.
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Fiquei a pensar. Com tudo "Made in China", como podemos sair da crise? Vestidos de cima a baixo com ´"Made in China", a comer, usar e a caminhar "Made in China"? O que fazer? Vamos seguir-lhes as pegadas e explorar o povo ao ponto da escravidão para chegar ao crescimento económico? Desrespeitar os direitos humanos devagar, devagarinho, até chegar ao extremo?
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O casaco foi presente de aniversário, pelo que nem sequer pensei na proveniência do mesmo. A camisa comprei não lembro onde, mas não foi numa loja dos chineses. Ainda assim, é "Made in China". Porque... tudo vem de lá!
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Sou pouco consumista de fruta mas, quando no supermercado, gosto de consumir a que diz ter origem portuguesa. E não é por patriotismo, embora me agrade saber que estou a gastar dinheiro que entra para o país e não para o país vizinho. É por acreditar mais na qualidade e no sabor da mesma. Mas desconfio que tal condição não pode durar muito. Acabaremos por produzir fruta insonsa, com bom aspecto e que se mantém com boa aparência por semanas, mas ao morder, decepciona.
Uma vez trouxe uma maça verde do refeitório do emprego e coloquei-a na prateleira do quarto. Até era decorativa, mas a minha intenção era comê-la, claro. Estava ainda um pouco dura. Passou um mês e julguei ir encontrá-la ao menos tocada. Mas não. Estava perfeita. Menos dura mas longe de estar mole. Quanto ao sabor... insonso.
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Made in China... procure na sola dos sapatos, no tabuleiro do refeitório, no relógio, telemóvel, partes e peças de tudo e mais alguma coisa. Depois procure o que está a usar "Made in Portugal".
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"Made in China" surge, assim, frente da vista duas vezes num único dia.
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Fiquei a pensar. Com tudo "Made in China", como podemos sair da crise? Vestidos de cima a baixo com ´"Made in China", a comer, usar e a caminhar "Made in China"? O que fazer? Vamos seguir-lhes as pegadas e explorar o povo ao ponto da escravidão para chegar ao crescimento económico? Desrespeitar os direitos humanos devagar, devagarinho, até chegar ao extremo?
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O casaco foi presente de aniversário, pelo que nem sequer pensei na proveniência do mesmo. A camisa comprei não lembro onde, mas não foi numa loja dos chineses. Ainda assim, é "Made in China". Porque... tudo vem de lá!
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Sou pouco consumista de fruta mas, quando no supermercado, gosto de consumir a que diz ter origem portuguesa. E não é por patriotismo, embora me agrade saber que estou a gastar dinheiro que entra para o país e não para o país vizinho. É por acreditar mais na qualidade e no sabor da mesma. Mas desconfio que tal condição não pode durar muito. Acabaremos por produzir fruta insonsa, com bom aspecto e que se mantém com boa aparência por semanas, mas ao morder, decepciona.
Uma vez trouxe uma maça verde do refeitório do emprego e coloquei-a na prateleira do quarto. Até era decorativa, mas a minha intenção era comê-la, claro. Estava ainda um pouco dura. Passou um mês e julguei ir encontrá-la ao menos tocada. Mas não. Estava perfeita. Menos dura mas longe de estar mole. Quanto ao sabor... insonso.
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Made in China... procure na sola dos sapatos, no tabuleiro do refeitório, no relógio, telemóvel, partes e peças de tudo e mais alguma coisa. Depois procure o que está a usar "Made in Portugal".
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sábado, 17 de julho de 2010
Ida ao Zoo
Fui ao Jardim Zoológico de Lisboa, local que não visitava faz muitos anos. Gostei de lá ter passado o dia mas não deixo de necessitar de mencionar algumas das impressões com que fiquei.
1º- Tudo é muito comercial. Merchandising. Toda e qualquer oportunidade que têm para fazer diinheiro é aproveitada. Por exemplo: Na baía dos Golfinhos o espectáculo em si só começa depois de uma série de actividades que têm como propósito divulgar a marca Olá. A música é da Olá, menciona a Olá, os produtos da Olá e até aparecem as três mascotes da Olá a passear entre o público. O logotipo da Olá está por toda a parte, sendo o local mais surpreendente o peito dos treinadores, que o exibem nos fatos de mergulho. De resto, nas bancadas, no toldo, nas bolas penduradas por cima da baia... será que também patrocinam o logotipo nas cuecas?
2º- Na Baía dos Golfinhos os animais trabalham arduamente. Não são só os cinco espectáculos por dia que o comprovam. É o que têm de fazer antes e depois destes terminarem. Diria até que o espectáculo só começa depois dos Leões Marinhos irem até o público e, de rosto em rosto, aproximarem os bigodes dos narizes alheios. Tudo acontece muito rapidamente mas nenhum movimento fica por fotografar. E, é claro, à saída as pessoas fotografadas são chamadas para comprarem a foto. Quando digo à saída, não me refiro ao local da Baía dos Golfinhos! Refiro-me à saída do Zoológico... mesmo que horas depois, uns tantos jovens encarregues de reconhecer os trauseundes fotografados, chamam-os energeticamente para lhes vender a imagem. Contudo, a oportunidade de negócio não é desperdiçada e, à saída da Baía dos Golfinhos somos novamente informados que podemos tirar uma fotografia ao lado do leão marinho no final do espectáculo. Por essa altura já ia no teleférico e bem que vi a quantidade impressionante de pessoas em fila a aguardar a vez de tirar a foto.
3º - Quis evitar mas, um dia inteiro no Zoo a beber água e sumos e não ir ao WC é uma capacidade que se vai perdendo à medida que se avança nos anos. Assim sendo, procurei uma casa de banho para poder esvaziar a bexiga. Antes de entrar disse para quem me acompanhava que esperava que não cheirasse mal. Terminada de dizer estas palavras, um odor terrível ataca-me as narinas. Como resposta ao nauseabundo cheiro virei-lhe as costas, barafustando surpreendida pelo facto e convicta que aguentaria mais um dia se necessário fosse mas ali, não ia de certeza. Nem os animais que visitávamos deixam um cheiro assim para trás. Onde ficaria a casa de banho dos macacos?
Achamos que alguém que trabalha no Zoo tem o ingrato trabalho de limpar a porcaria dos animais... mas, tenho cá para mim que se sentem realmente mal é por ter de limpar a nossa!
Contudo, não deixa de ser um dia bem passado. Gostei especialmente de observar os animais de grande porte - aqueles que têm maiores parecenças com os extintos dinossauros. Os rinocerontes brancos, os pretos, os elefantes, os hipopótamos, os crocodilos... Em especial aquele que estava separado de mim apenas por um vidro durante o tempo em que estive a alimentar-me no MacDonalds com um MacChiken. Será que ia virar presa caso aquele vidro cedesse e o crocodilo ficasse solto entre aquela multidão de gente a devorar hamburgueres? Há algo de invertido nesta relação e nos papéis que cada qual tem na cadeia alimentar. Quem observava quem?
Adorei ter visto camelos. Julgava que o Zoológico não os tinha mas parecia que o espaço estava em obras para os acolher. Vi a cria a erguer-se do chão com a mãe a apressar-se a sair da sombra da casota para a auxiliar. Também adorei os macacos. Toda aquela alma que emanam quando se olha nos seus olhos e quando se observam os seus gestos tão humanóides e com os quais conseguimos nos identificar. As mães fêmeas a transportar as crias agarradas ás tetas, a trepar por troncos como se nada fosse, crias pelas costas, pelo peito... a removerem os parasitas no pêlo uns dos outros, puxarem-se entre si... uma ternura.
Adorei ter visto camelos. Julgava que o Zoológico não os tinha mas parecia que o espaço estava em obras para os acolher. Vi a cria a erguer-se do chão com a mãe a apressar-se a sair da sombra da casota para a auxiliar. Também adorei os macacos. Toda aquela alma que emanam quando se olha nos seus olhos e quando se observam os seus gestos tão humanóides e com os quais conseguimos nos identificar. As mães fêmeas a transportar as crias agarradas ás tetas, a trepar por troncos como se nada fosse, crias pelas costas, pelo peito... a removerem os parasitas no pêlo uns dos outros, puxarem-se entre si... uma ternura.
As condições de acesso às atracções do Zoo mudaram. Por 16.50 € um adulto pode passar o dia no Zoo, ir ver o espectáculo da Baía dos Golfinhos, os répteis e andar de teleférico as vezes que quiser que o custo destas actividades já está contemplado no ingresso. A única coisa que se paga no interior é o comboio. Por 1 €, fica-se numa fila imensa para depois constatar que não existem lugares suficientes e ir embora. Mais vale andar de teleférico que, além de melhor, está incluído no preço do bilhete. Não sei se é por total desconhecimento disto que o este esteve quase sempre vazio. Foi uma delícia! Acho que, com medo de terem de pagar, as pessoas nem se aproximaram. Ouvi uns indivíduos que passavam no teleférico a gritar para outros que estavam em terra para irem apanhá-lo, porque era grátis! Essa palavra incomodou-me e dei por mim a sussurrar «Não é grátis. Está incluído no preço do bilhete!». A minha indignação provou-se adequada pois a palavra por si só gerou quase o histerismo e o grupo de pessoas apeadas começou a correr apressadamente rua abaixo, como se não pudessem perder tempo e tivessem de chegar em primeiro lugar ou ocorreria uma tragédia.
Lamento o desaparecimento de algo que já era um ícone do Zoológico: o sino dos elefantes. Causou-me uma certa nostalgia recordar que, naquele lugar a tromba do elefante encontrava a minha mão e, em troca de moedas, tocava o sino. Caso não fossem moedas e fossem, por exemplo, amendoins, não havia o som do sino para ninguém. Mas compreendo que esta condição tenha terminado. Quando se tem leões marinhos que trabalham tão arduamente e tiram-se fotografias a 5€ a unidade, quem precisa de ir "raspar" do fosso(?) os singelos trocos que a tromba do elefante recolhia? Mereciam uma justa homenagem.
Outra coisa que estranhei foram os ursos - que podia jurar não serem os mesmos que lá encontrei 10 anos antes. Esses, apelidei-os de "ursos de circo reformados", pois ficavam de pé e batiam com as patas para receber em troca comida. Pareciam muito domesticados, como se fazer aquilo tivesse sido toda a existência que conheceram. Os que lá encontrei contudo, em nada fizeram-me lembrar os do circo. Talvez as obras sofridas no seu habitat tenham contribuído para tal sensação.
O cemitério dos animais... não vi! Ainda existe???
Também não vi o urso polar. Devo dizer que fico contente com isso. Da última vez que fui ao Zoo dois ou três ursos polares coabitavam num espaço minúsculo, sobre um sol escaldante e num cubículo que parecia produzir uma temperatura baixa muito insatisfatória para as necessidades do animal. A sua ausência é por isso bem vinda. Se destino igual tivessem os pinguíns, também não lhes faria mal algum. Como pode um animal destes estar sobre o sol, resguardado numa sombra, apenas salpicado por constantes espirros de água? Foi assim que os encontrei hoje.
Continuo a achar o Zoológico pequeno. Surpreendentemente pequeno mas com uma variedade de animais que o fazem parecer grande. Contudo, percorre-se a pé num ápice e com toda a facilidade. Tudo está próximo de tudo, causando a sensação de se estar num espaço pequeno. De facto é... e é também uma jóia de Lisboa, esta magnífica cidade que, como nenhuma outra, consegue ser cosmopolita e ter um pezinho na natureza selvagem, na cultura, na arte e dar tudo, fácil, fácil aos seus habitantes... sem demoradas deslocações!
Grande Cidade!
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sábado, 3 de julho de 2010
Caça ao Famoso
Antigamente caçavam-se animais. Homens arrojados ou com a mania que eram grandes faziam-se ao mar para capturar mamíferos de largas dimensões, como baleias, com arpões e, depois, com canhões e agora... sabe-se lá com o quê, pois quase todas as espécies muito cobiçadas pelo Homem devido à ganância estão em extinção ou o excesso de captura tem como consequência a extinção de outras que dependem delas para um bom habitat.
Bem, mudando de assunto (???)...
Vem publicado na revista "VIDAS" do Correio da Manhã. Um manhoso rodapé na página 9 com o sugestivo título "APANHE OS FAMOSOS (e ganhe prémios)" incentiva as pessoas a serem paparazzi. Está aberta a época da caça! Nesta altura de Verão, quem se cruze com outro alguém que já apareceu uma vez na Televisão (defendo que não existem famosos, só televisivos, pois quem não é visto em cinema ou TV não é famoso) e tirar-lhe fotografias, habilita-se a ganhar como prémio (não prémios) uma máquina fotográfica daquelas bem simples.
Com isto, invade-se o direito à privacidade das pessoas. Aumenta-se a distância entre ricos e pobres, alimenta-se a mediocridade. Quem é realmente importante pode fazer férias longe de qualquer aborrecimento. Se começarem a normalizar a invasão de privacidade, estas pessoas afastar-se-ão cada vez mais dos comuns, acabando, quiça, por defender a criação de um país próprio, à parte dos já existentes - conforme ditam as tendências evolutivas da sociedade, segundo uma notícia que li no jornal. Reparem: já se fazem ilhas para ricos, não custa nada instalar um governo próprio e autónomo para estes, onde até para ser empregado de limpeza à que ter licenciatura e pedigree.
Ao incentivar a actos que desrespeitam o direito à tranquilidade e privacidade alheia, estamos também a incentivar os indivíduos que querem à força toda estar na boca do mundo a ter actos um tanto indecentes para chamarem a atenção dos media. Alguns que se julgam celebridades ou merecedores de atenções, vão encenar situações em que os amigos lhes tirem retratos a fazer algo comprometedor ou dividoso, para que sejam falados, convidados a aparecer em programas, revistas e voltem aos holofotes.
Ainda ontem, a ler o blogue "Lupa de Alguém" e a propósito do post em que a operadora de caixa de supermercado afirma ter atendido um "famoso", uma enchurrada de comentários diziam quantos, quem e onde viram o seu "famoso". Agora imaginem-se munidos de armas... fotográficas!
Ao incentivar a actos que desrespeitam o direito à tranquilidade e privacidade alheia, estamos também a incentivar os indivíduos que querem à força toda estar na boca do mundo a ter actos um tanto indecentes para chamarem a atenção dos media. Alguns que se julgam celebridades ou merecedores de atenções, vão encenar situações em que os amigos lhes tirem retratos a fazer algo comprometedor ou dividoso, para que sejam falados, convidados a aparecer em programas, revistas e voltem aos holofotes.
Ainda ontem, a ler o blogue "Lupa de Alguém" e a propósito do post em que a operadora de caixa de supermercado afirma ter atendido um "famoso", uma enchurrada de comentários diziam quantos, quem e onde viram o seu "famoso". Agora imaginem-se munidos de armas... fotográficas!
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Quando um sonho de uma criança cai...
A melhor coisa que podia acontecer a uma criança que conheço era conhecer pessoalmente a Myley Cyrus. Ela quer tanto, gostaria tanto, que optamos, eu e a mãe, por não lhe contar do passatempo que a SAPO realizou para presentear 10 participantes autores das melhores frases. Pusêmo-la a concurso, claro, mas a pobre ficou no desconhecimento, porque, se soubesse, ia ficar a agonizar durante dias e dias e não ser escolhida seria uma desilusão que a deixaria tão triste, que a quizemos preservar. Mas triste fiquei eu, que "entrei" dentro da sua cabecinha, dos seus sonhos, do seu fascínio pela Miley Cyrus para dizer, com a emoção dela e com palavras minhas, a razão porque ela MERECE ser escolhida. Existiam regras de participação: Uma frase criativa dizendo porquê merece ser escolhido, no máximo com 160 caracteres, e que incluisse as expressões "Rock in Rio" e "Miley Cyrus". Cada participante podia participar uma vez por dia durante 10 dias, com apenas um nº de bilhete já adquirido.
Fiquei atenta... sei que ela merece este "prémio", tanto que já tinha tentado vencer um passatempo para ir ver a Miley cantar em Londres. Infelizmente, nessa ocasião, contámos-lhe e ela ficou triste por não ser escolhida. Afinal, tentou sempre, em tudo o que é concurso, a oportunidade de estar próxima desta rapariga que ela adora. E como ela é tão doce e tão bem comportada, é moralmente uma merecedora de tal recompensa. Estava nas minhas mãos, e bastava uma frase bem inventada... esmerei-me. Para, tal como tantos outros, escrever, cumprindo as regras, com o espírito e as palavras dela, frases que contassem o que lhe vai na alma.
POIS eis aquelas que o jurí escolheu:
1ª Violeta Franco: Silêncio!!! Não quero ouvir um pio, vai cantar Miley Cyrus e eu vou ao Rock in Rio.
(Concordo, achei-a bonita quando a li, mas não cumpre o requisito de "frase", pois termina com 3 pontos de exclamação)
2ª Inês Santos: As razões para querer conhecer a Miley Cyrus ultrapassam as "7 things" por isso já que não posso fazer a "party in the usa" ajudem-me a fazê-la no Rock in Rio.
(nada a dizer - cumpre os requisitos)
3ª Teresa Filipa: Muito cedo vou ter de me levantar para a Miley Cyrus ouvir cantar. De comboio do Porto a Lisboa vou partir para ao Rock in Rio ir.
(Novamente, estamos diante de duas frases, o que uma criança sabe muito bem, pois está a aprendê-lo na escola. A frase devia ser automaticamente desclassificada)
4º João Sá Nogueira: Candidato-me a guarda costas com 9 anos e 25 quilos apenas, pois sei que proteger a Miley Cyrus no Rock in Rio será um sonho que me transformará em segurança.
(Confusa e... estranha. Que criança com 9 anos quer ser segurança? E isso é razão para merecer ser o escolhido... é uma frase estranha)
5ª Marta Correia: Esta oportunidade não vou desperdiçar de no Rock in Rio com a Miley Cyrus poder cantar e dançar: é um sonho que vou poder realizar!
(Bonita mas o cuidado com os dois pontos dá a entender que é uma frase feita por um adulto e, acima disso, se é esta a razão, então não precisa de conhecer a Miley Cyrus pessoalmente. Para isso vai só ao concerto!)
6º Rúben Miguel: Ver a Miley ao vivo no Rock in Rio irá ser algo mágico, algo que nunca irei esquecer...Prometi sair da cidade do Rock sem voz, e pela Miley o irei fazer!
(É gira, estranha... parece de alulto e não cumpre um requisito... o nome Cyrus!)
7ª Teresa Margarida Santos: Ando há meses a poupar para da Madeira ao Rock in Rio chegar. Quero ver a Miley Cyrus no palco a cantar e a dançar. Estar com ela para mim seria um sonho sem FIM!
(Bonita... mas aqui estão TRÊS FRASES!!! E ultrapassam em 2 a regra dos caracteres máximos)
8º Carolina da Fonseca Matias: Da Figueira da Foz vou partir, ao Rock in Rio Lisboa vou parar, ver a Miley Cyrus me fascina, mas conhecê-la seria o meu sonho concretizar.
(Bonita, nada a apontar. Esta cumpre as regras todas)
9º Beatriz Albuquerque
(Esta frase não está publicada no site que anuncia os vencedores. Porque será? Acho que foi esta menina que participou várias vezes ao dia, TODOS os dias (eu não consegui, apesar de estar nas regras que era possível, o sistema bloqueava o nº de bilhete) com muitas frases, sem respeitar os critérios, quaisquer um deles... nem escrevia o nome, nem mencionava o festival, e escrevia cheia de exclamações, frases e frases curtas e longas...)
10ºAna Marta Rato - Dia 29, no Rock in Rio vou estar, e os meus 9 anos festejar. Para ser um dia super fantástico, só falta a Miley Cyrus abraçar!
(A ideia é bonita... recorrer ao aniversário não foi original mas, sendo real... é tentar e ver se vai dar... só que, cá está: Escreve DUAS frases!)
A questão que tenho com este passatempo, é que, a meu ver, foi uma fachada e não é válido. Para quê fazem regras, onde dizem especificamente que DESQUALIFICAM os participantes que não cumprem, se eles mesmos não as levam em consideração? Que mensagem é esta para passar às crianças?
E assim, mais uma oportunidade de uma criança boazinha realizar um sonho vai para as urtigas...
Já agora, aqui ficam algumas das frases que, até consultando a menina sem ela saber a razão, criei para a fazer participar sem que tivesse conhecimento, para não ficar desapontada se não ganhasse, como acabou por ser o caso, com os exemplos acima dados!
Frases a concurso:
Querida Miley Cyrus, há muitos mistérios entre a terra e o céu e vires a Portugal actuar no Rock in Rio não é coincidência, é porque o destino quer que te conheça!
Ai, ai, ai, que estou em pulgas… para conhecer a Miley Cyrus no dia do concerto no Rock in Rio sou capaz de fazer mais coisas do que julgas!
A razão da Miley Cyrus ter tantos fãs, não é à toa… e é por isso que mereço ir vê-la ao Rock in Rio Lisboa!
Vibro quando oiço a Miley Cyrus cantar e quero-a conhecer no Rock in Rio.. podia dar mais razões para merecer ganhar este passatempo podia… mas não era a mesma coisa.
Se podia ir ao concerto da Miley Cyrus no Rock in Rio sem a conhecer… não, não podia, não seria a mesma coisa!
Seria o melhor de dois mundos conhecer a Miley Cyrus, porque a “party” não é nos USA, é no Rock in Rio!
Mereço conhecer a Miley Cirus no Rock in Rio porque gosto de a ouvir cantar, dançar, representar e ela é uma estrela cintilante e com ela quero brilhar
Se não ganhar este passatempo, já sei que vou chorar, porque conhecer a Miley Cyrus é um desejo que no Rock in Rio quero concretizar!
Acredito Nem por um minuto páro de acreditar que este passatempo vou vencer… como a Miley Cyrus, sou uma lutadora e é no Rock in Rio que a vou pessoalmente conhecer!
Fiquei atenta... sei que ela merece este "prémio", tanto que já tinha tentado vencer um passatempo para ir ver a Miley cantar em Londres. Infelizmente, nessa ocasião, contámos-lhe e ela ficou triste por não ser escolhida. Afinal, tentou sempre, em tudo o que é concurso, a oportunidade de estar próxima desta rapariga que ela adora. E como ela é tão doce e tão bem comportada, é moralmente uma merecedora de tal recompensa. Estava nas minhas mãos, e bastava uma frase bem inventada... esmerei-me. Para, tal como tantos outros, escrever, cumprindo as regras, com o espírito e as palavras dela, frases que contassem o que lhe vai na alma.
POIS eis aquelas que o jurí escolheu:
1ª Violeta Franco: Silêncio!!! Não quero ouvir um pio, vai cantar Miley Cyrus e eu vou ao Rock in Rio.
(Concordo, achei-a bonita quando a li, mas não cumpre o requisito de "frase", pois termina com 3 pontos de exclamação)
2ª Inês Santos: As razões para querer conhecer a Miley Cyrus ultrapassam as "7 things" por isso já que não posso fazer a "party in the usa" ajudem-me a fazê-la no Rock in Rio.
(nada a dizer - cumpre os requisitos)
3ª Teresa Filipa: Muito cedo vou ter de me levantar para a Miley Cyrus ouvir cantar. De comboio do Porto a Lisboa vou partir para ao Rock in Rio ir.
(Novamente, estamos diante de duas frases, o que uma criança sabe muito bem, pois está a aprendê-lo na escola. A frase devia ser automaticamente desclassificada)
4º João Sá Nogueira: Candidato-me a guarda costas com 9 anos e 25 quilos apenas, pois sei que proteger a Miley Cyrus no Rock in Rio será um sonho que me transformará em segurança.
(Confusa e... estranha. Que criança com 9 anos quer ser segurança? E isso é razão para merecer ser o escolhido... é uma frase estranha)
5ª Marta Correia: Esta oportunidade não vou desperdiçar de no Rock in Rio com a Miley Cyrus poder cantar e dançar: é um sonho que vou poder realizar!
(Bonita mas o cuidado com os dois pontos dá a entender que é uma frase feita por um adulto e, acima disso, se é esta a razão, então não precisa de conhecer a Miley Cyrus pessoalmente. Para isso vai só ao concerto!)
6º Rúben Miguel: Ver a Miley ao vivo no Rock in Rio irá ser algo mágico, algo que nunca irei esquecer...Prometi sair da cidade do Rock sem voz, e pela Miley o irei fazer!
(É gira, estranha... parece de alulto e não cumpre um requisito... o nome Cyrus!)
7ª Teresa Margarida Santos: Ando há meses a poupar para da Madeira ao Rock in Rio chegar. Quero ver a Miley Cyrus no palco a cantar e a dançar. Estar com ela para mim seria um sonho sem FIM!
(Bonita... mas aqui estão TRÊS FRASES!!! E ultrapassam em 2 a regra dos caracteres máximos)
8º Carolina da Fonseca Matias: Da Figueira da Foz vou partir, ao Rock in Rio Lisboa vou parar, ver a Miley Cyrus me fascina, mas conhecê-la seria o meu sonho concretizar.
(Bonita, nada a apontar. Esta cumpre as regras todas)
9º Beatriz Albuquerque
(Esta frase não está publicada no site que anuncia os vencedores. Porque será? Acho que foi esta menina que participou várias vezes ao dia, TODOS os dias (eu não consegui, apesar de estar nas regras que era possível, o sistema bloqueava o nº de bilhete) com muitas frases, sem respeitar os critérios, quaisquer um deles... nem escrevia o nome, nem mencionava o festival, e escrevia cheia de exclamações, frases e frases curtas e longas...)
10ºAna Marta Rato - Dia 29, no Rock in Rio vou estar, e os meus 9 anos festejar. Para ser um dia super fantástico, só falta a Miley Cyrus abraçar!
(A ideia é bonita... recorrer ao aniversário não foi original mas, sendo real... é tentar e ver se vai dar... só que, cá está: Escreve DUAS frases!)
A questão que tenho com este passatempo, é que, a meu ver, foi uma fachada e não é válido. Para quê fazem regras, onde dizem especificamente que DESQUALIFICAM os participantes que não cumprem, se eles mesmos não as levam em consideração? Que mensagem é esta para passar às crianças?
E assim, mais uma oportunidade de uma criança boazinha realizar um sonho vai para as urtigas...
Já agora, aqui ficam algumas das frases que, até consultando a menina sem ela saber a razão, criei para a fazer participar sem que tivesse conhecimento, para não ficar desapontada se não ganhasse, como acabou por ser o caso, com os exemplos acima dados!
Frases a concurso:
Querida Miley Cyrus, há muitos mistérios entre a terra e o céu e vires a Portugal actuar no Rock in Rio não é coincidência, é porque o destino quer que te conheça!
Ai, ai, ai, que estou em pulgas… para conhecer a Miley Cyrus no dia do concerto no Rock in Rio sou capaz de fazer mais coisas do que julgas!
A razão da Miley Cyrus ter tantos fãs, não é à toa… e é por isso que mereço ir vê-la ao Rock in Rio Lisboa!
Vibro quando oiço a Miley Cyrus cantar e quero-a conhecer no Rock in Rio.. podia dar mais razões para merecer ganhar este passatempo podia… mas não era a mesma coisa.
Se podia ir ao concerto da Miley Cyrus no Rock in Rio sem a conhecer… não, não podia, não seria a mesma coisa!
Seria o melhor de dois mundos conhecer a Miley Cyrus, porque a “party” não é nos USA, é no Rock in Rio!
Mereço conhecer a Miley Cirus no Rock in Rio porque gosto de a ouvir cantar, dançar, representar e ela é uma estrela cintilante e com ela quero brilhar
Se não ganhar este passatempo, já sei que vou chorar, porque conhecer a Miley Cyrus é um desejo que no Rock in Rio quero concretizar!
Acredito Nem por um minuto páro de acreditar que este passatempo vou vencer… como a Miley Cyrus, sou uma lutadora e é no Rock in Rio que a vou pessoalmente conhecer!
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