sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Mensagem de Ânimo 02

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, dance, pule, ria, chore e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.

(Charles Chaplin)

Mensagem de ânimo 01

Ultimamente a internet tem me ajudado, como pensei que não seria possível. Tenho encontrado mensagens optimistas e não é que isso ajuda? Prentendo ajudar outros também. Leiam o que aqui vou começar a postar. Ajuda!



Vá para a rua, respire fundo três vezes, sorria e sinta a felicidade...



O QUE SÃO OS SONHOS?

O sonho é o começo de tudo. Walt Disney viu um pântano e criou a Disneylândia.

Albert Einstein foi definido por seus professores da seguinte forma: "Mentalmente louco, insociável e eternamente mergulhado em sonhos imbecis". Esses sonhos imbecis transformaram a física.

John Lenon sonhou e foi um dos fundadores da maior banda de rock de que já se teve notícia e criou músicas únicas, como "IMAGINE" que fala de um sonho, de um mundo melhor, sem conflitos, mais humano, igualitário, onde a paz prevalece.

O sonho é um recurso, um grande aliado para o sucesso, tanto pessoal quanto profissional.Um sonho só pode ser realizado se mudarmos, e mudar tem um significado amplo, muitas vezes duro e desafiador. Você está apto a mudar? Sair da sua zona de conforto? Lembre-se de que "fazendo aquilo que eu sempre faço, eu só ganho aquilo que sempre ganhei".

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Quando a vida percebe-se no passado distante

Hoje descobri que existem músicas que me fazem lembrar que já fui mais nova.
Estou a envelhecer... e esta foi a primeira constatação. Tão válida quanto uma bebé que dá os primeiros passos. Estou a deixar a juventude... a música mo disse.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Calculadora de Taxa de Gordura no Corpo

Esta calculadora serve apenas para se ter uma medição aproximada da taxa de Gordura Corporal. Um método mais eficaz para medição de taxa de gordura no corpo é pelo cálculo do peso da pessoa sob a água. Se acredita nisto (estude bem os resultados!), eis a tabela pela qual se seguir:
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Tabela para Classificação - - - - - Taxa de Gordura
Classificação - - - - - - - - - - - - Homens - - - - Mulheres
excepcionalmente baixo - - - - - - 6% a 10% - - - - 10% a 15%
baixo - - - - - - - - - - - - - - - - - 11% a 14%- - - - 16% a 19%
ideal - - - - - - - - - - - - - - - - - -15% a 18% - - - - 20% a 25%
moderado - - - - - - - - - - - - - - 19% a 24% - - - - 26% a 29%
excesso de gordura - - - - - - - -maior que 25% - - maior que 30%

Cálculo do Índice de Massa Corporal

Através do índice de massa corporal (IMC), pode-se estimar a adiposidade e consequentemente, se uma pessoa está acima do peso ideal. A vantagem do uso do IMC é que o seu cálculo é simples, rápido e não requer nenhum equipamento especial, porém, devido a sua simplicidade e por não levar em conta o porte da pessoa entre outros, não pode ser considerado um meio livre de erros.
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O IMC também não pode distinguir as proporções de músculos, gordura, ossos e água no corpo. Portanto, seu uso não é recomendado para atletas e crianças, por exemplo.
Apesar dessas desvantagens, o índice de massa corporal vem sendo usado pela Organização Mundial de Saúde como ferramenta para estatísticas sobre obesidade no mundo.
Se ainda assim sente curiosidade e se diverte com estes cálculos, use as calculadoras abaixo fornecidas na área da coluna. Para saber em que categoria se insere, eis o estipulado:
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IMC Classificação
abaixo de 20 - Abaixo do Peso
20 a 25 - Peso Ideal
25 a 30 - Sobrepeso
30 a 35 - Obesidade Moderada
35 a 40 - Obesidade Severa
40 a 50 - Obesidade Mórbida
acima de 50 - Super ObesidadeV
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sábado, 26 de setembro de 2009

Comemos demais

O ser humano é uma criatura de hábitos. E como tal, não é fácil alterar as suas rotinas. Isto é ainda mais verdadeiro quando se tratam de costumes intrínsecos desde que existimos como gente. Como por exemplo, a alimentação.


Por estes dias tenho visto Humberto Barbosa em entrevistas na televisão. O especialista em nutrição tem uma forma particular de focar a questão monetária em torno deste tipo de intervenções. Disse ele numa ocasião, que uma consulta de lipoaspiração não invasiva era muito barata. Quando questionado de que valor estava a falar, atira para o ar a singela quantia de 1500 euros, como se de trocos se tratassem. Noutra ocasião mais recente, quando questionado novamente sobre os valores praticados por este tipo de consultas médico/estéticas, o nutricionista responde algo do tipo: "É muito barato porque as pessoas vêm às consultas para aprenderem a poupar dinheiro. Para aprenderem a economizar no supermercado. E poupa-se muito dinheiro".


Isto é tudo muito interessante. Claro está, decerto que muitos destes comentários são uma posição de defesa. Certamente não acredito que uma pessoa com apenas 1500 euros, consiga fazer uma liposaspiração com a técnica mais recente e menos evasiva que se conhece até o momento. Ainda noutro dia numa conversa de café, uma amiga referiu que queria levantar os seios, mas que o mínimo que lhe cobram são 5000 euros. Ora, se o que tem mais procura é mais barato, como também o disse o referido nutricionista, este valor já está lá no alto, bem longe dos "míseros" 1500 euros.


Temos que ver que o salário mínimo nacional ronda os 550 euros. Portanto, estamos a falar dum mínimo de 3 vezes esse valor. Mas o certo é contar com o salário de 1 ano para uma intervenção destas. Claro que 1500 euros é "barato" para quem tem outras posses. Ou para a intervenção em si, os custos, a ciência envolvida. Mas não se pode dizer que seja barata para as carteiras dos portugueses.


Tenho o maior fascínio, sempre tive, pela ciência aliada à medicina e acompanhava os avanços que se iam fazendo na área, pelas revistas, ao longo dos anos. Admirava estes feitos estrangeiros, imaginando que, um dia, dali a uns anos, estes não seriam procedimentos apenas disponíveis no Reino Unido ou nos EUA. Um dia, chegariam a Portugal. Pois chegaram. Ainda bem. Nada tenho contra, pelo contrário. Mas ainda continuam um pouco fora do alcance da maioria. Claro que, como insinua Humberto Barbosa, tudo é uma questão de vontade e mentalidade.


Mas convenhamos: somos um país onde se come bem. Onde se aprendeu, desde pequenino, a comer muito. Quem de nós não estava proibido de se levantar da mesa até acabar tudo o que estava no prato? E ainda punham mais puré, mais arroz, mais massa, para «acabar e não sobrar»? As papas Cerelak, o leite oferta nas escolas... uma geração pós 74 viu a sua educação alimentar alterada bruscamente, quando comparada à anterior. Os nossos hábitos alimentares estão errados sim, pelo excesso. Comemos muitos doces, ingerimos muitas calorias. Não fazemos nenhum exercício. Isto não é novidade para ninguém.


Mas quem já vive com pouco no bolso sabe-o melhor que ninguém. Pois uma ida ao supermercado já inclui essa "visão" de "poupança" que os clientes de Humberto Barbosa vão adquirir à(s) sua(s) clínica(s). Quem tem pouco já faz dieta. Não compra chocolates, bolos, bolachas calóricas, mas também não traz as de dieta, com mais nutrientes, porque pesam na carteira mais que as outras, singelas, baratas... Há noite come-se uma sopa, ao almoço metade do peito de um frango, não se bebem bebidas alcóolicas nem refrigerantes, só água... e por aí adiante. Mas também estes, os que têm muito pouco, já sofrem o suficiente com a miséria e querem, muitas vezes, ganhar um mimo: umas cervejas, uns sumos de garrafa, umas batatas fritas de pacote... cozinhar também sai caro! Na conta do gás e da água... o Macdonald´s está ali ao lado, com um hamburguer prontinho, por apenas 1 euro...




Actualmente é preciso ganhar muito bom dinheiro para aprender... a ter hábitos de pobre! Mas quem tiver dúvidas quanto à forma mais adequada de tratar o seu corpo, a sua alimentação, basta tirar o exemplo de duas gerações atrás. Antes de Abril de 74, muito antes, no tempo da miséria, das vacas magras, esqueléticas mesmo, para a maioria...



Nunca ei de esquecer de ouvir a minha mãe falar o quanto a sua infância foi privada de coisas boas. Na alimentação em particular. Numa ocasião tive oportunidade de falar com o seu pai que me contou, com visivel satisfação, o quanto a sua filha teve sorte, por ter podido crescer alimentada com papas de farinha! Portanto, cada geração acha que os seus filhos chegaram num momento mais abençoado... e com razão.



Se um dia quiser seguir à risca uma dieta equilibrada, juntamente com um estilo de vida saudável, não tenho de fugir muito dos hábitos da geração dos meus avós. Salvo momentos de excepções (festas, convívios e também hábitos sociais), o modo de vida desta geração pautava-se pelo muito trabalho, com muito esforço físico, caminhadas ou deslocações longas por bicicleta. Horários fixos para a alimentação. Pequeno almoço reforçado, para começar o dia com energia. Marmita para o almoço. Verduras, legumes... jantar ás 18 horas: um prato de sopa. E fruta, muita fruta colhida da árvore, para o lanche, para a sobremesa...





Os chouriços do Cozido à Portuguesa e o copo de vinho às refeições ou na sopa de pão (afinal, agora diz-se que faz bem ao coração - eles lá o sabiam...) foram a maior "ameaça" ao colesterol desta geração. Doces altamente calóricos? Nah! Venham as filhoses de abóbora no Natal!

sábado, 1 de agosto de 2009

ESTÉTICA A QUANTO OBRIGAS


Posso não entender muito de estética feminina mas tenho instinto para saber no que vale a pena apostar.
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A primeira vez que ouvi falar na depilação definitiva soube que era isso que queria para mim. Estavamos em 1986 e li numa revista sobre o método da electrólise. Uma agulha que actuava directamente no pêlo, eliminando-o «para sempre». Causava dor, referida como "sensação de desconforto" para não afastar potênciais interessadas. Mas diziam que era momentânea e passava. De resto, o outro método mais avançado conhecido, a cera quente, também causava dor, pelo que, presumo que qualquer mulher aceitaria esta condicionante, aliás, sua amiga íntima que faz visitas regulares.
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Em 86 era uma miúda que ainda estava para ter pêlos indesejáveis... então pensei cá para mim: bem, isto ainda não deve existir em Portugal ou não está acessível a qualquer um. Sou nova. Quando chegar a altura, decerto que a coisa já evoluiu e inventaram alguma coisa que seja sem dor e, de preferência, sem «electricidade».
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Pois a intuição estava certa. Infelizmente, ainda não experimentei o método, por razões várias. Mas aponto também uma falha em tudo isto: sabe-se que existem "n" coisas, mas a informação não nos chega organizada. Ou seja: sabemos que existem riscos e vários sistemas. Como escolher? É aqui que a coisa vai sendo adiada...
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Neste espaço de tempo também não fiz opções drásticas... a cera quente, viessem elogiá-la quantas vezes quizessem, nunca me convenceu. A gilette - solução avançada pela minha mãe que não podia preocupar-se menos com o meu «drama», estava fora de questão. Até que chegaram as bandas de cera fria, em tiras... práticas, sem grandes dramas ou complexidades e ainda por cima, ajudavam a remover restos de cera com facilidade. Para mim tinham um grande inconveniente: demora imenso tempo!

Nã... aquilo também não era para mim. Mas lá teria de desenrascar. Anos se passaram e consegui chegar há idade adulta sem ter experimentado depilar os pêlos nas pernas com gilette ou pinça. Para depois, aos 20 e tal anos, desenvolver uma neura incontrolável de estragar tudo, não só nas pernas, mas igualmente em outras partes do corpo com pele! E que bonita e saudável era ela - sempre me disseram. Agora aguardo que a tecnologia aliada ao laser possa fazer um «milagrezinho» e passar uma borracha nas ténues mas visíveis cicatrizes que me dei. Não sei bem porquê desenvolvi este súbito hábito de «massacrar» a pele. Existe um nome para isto, algo que termina em «ia», do género «fobia», «mania»... uma ia!

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Mas não deixo de achar engraçado como as coisas evoluem. Sempre me fascinou a evolução aliada à tecnologia e quase como que adivinhava o que o futuro iria trazer. Agora até já se pode «queimar» calorias, literalmente... nenhuma cirurgia ou agressões físicas são necessárias. E o melhor de tudo isto, é que as coisas também estão a evoluir de modo a pesarem mais no prato da balança da saúde.
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Se remover pelos é bonito estéticamente, é um erro em termos de higiene. Dizemos o contrário, porque vivemos presentemente numa sociedade que gosta de ver os outros depilados. Mas a depilação, ainda mais na parte íntima, facilita o aparecimento de infecções, de cheiros, de irritações de pele... embora nada disso nos convença. Queremos ser hair-free!
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A verdade é que estes novos métodos, são preferíveis em termos de higiene e de saúde. Já que vamos remover os pelitos, que o façamos da forma mais indolor e segura possível. A cera quente, por exemplo, quando mal utilizada, é conhecida por causar queimaduras graves. Agora dizem também que pode provocar cancro, além que acarreta riscos de higiene quando feita em centros de estética, pois os materiais se não forem estilizados, podem-se passar infecções de cliente para cliente... assim como as pedicures e as manicures... está tudo a evoluir para a beleza obtida com a ajuda de máquinas, sem dor e com mais saúde! Haja dinheiro que esse, não anda a aumentar e ninguém se lança nestas coisas sem ter um pé de meia. Os que facultam estes serviços, digam o que disserem , são coisas caras. A teia de procedimentos está feita de modo a que a pessoa gaste várias vezes. Por exemplo: tudo precisa de consultas. Antes de chegar ao tratamento em si, já está a gastar para explicar o que quer. Depois existem medicamentos, dietas, e mutias dicas que, sinceramente, acjo que vale a pena experimentar. Mas para isso, não se iludam: é preciso ter bolsa!
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Termino este longo post facultando um link para um texto FANTÁSTICO, que desmitifica de vez o que é uma depilação... Sem truques: é assim mesmo! E ainda vêm dizer que no tempo de Cleópatra eram todos uns bárbaros!